A sustentabilidade é o DNA do cooperativismo - ISAE Ir para o conteúdo
  • Indique e Ganhe
  • Contato
  • Indique e Ganhe
  • Contato
  • Indique
  • Contato
  • Indique
  • Contato
ISAE Escola de Negócios Conveniada FGV
  • Cursos FGV
    • MBA
    • Pós-Graduação
    • Curta e Média Duração
  • Cursos ISAE
    • CFO
    • Reforma Tributária
  • Conteúdos
    • Biblioteca
    • Blog
  • Institucional
    • Sobre o ISAE
  • Cursos FGV
    • MBA
    • Pós-Graduação
    • Curta e Média Duração
  • Cursos ISAE
    • CFO
    • Reforma Tributária
  • Conteúdos
    • Biblioteca
    • Blog
  • Institucional
    • Sobre o ISAE

Cooperativas, E-commerce, Graduação, Sustentabilidade

O DNA do cooperativismo é a sustentabilidade

Início » Cooperativas » O DNA do cooperativismo é a sustentabilidade

*Por Gustavo Loiola

 

Ao tratar de cooperativismo, nos referimos a um sistema pautado por valores e princípios, que unem pessoas em torno de um objetivo em comum. Essa forma de organização colabora para o fortalecimento da cooperação entre os seus membros e, consequentemente, gera um melhor desempenho financeiro, inclusão social e o respeito pela sociedade e meio ambiente. 

 

Vemos, então, uma clara conexão entre o cooperativismo e a sustentabilidade. Cuidar do planeta e pensar no futuro são temas essenciais nesse novo contexto em que estamos vivendo. As cooperativas conseguem demonstrar claramente a capacidade de gerir um modelo econômico próspera e, ainda sim, respeita o nosso planeta como um todo. Em um momento em que discutimos ESG (Meio Ambiente, Sociedade e Governança, na tradução livre) com tanta veemência e urgência, as cooperativas há muito tempo dão aula nessa temática.

 

Por ter princípios tão enraizados, qualquer tipo de cooperativa tem a capacidade de contribuir para a sustentabilidade de maneira direta ou indireta. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável como panorama, possibilitam que organizações de pequeno, médio e grande porte, e de todos os ramos consigam potencializar os seus impactos.

 

 

Exemplos práticos


A Unimed, por exemplo, cooperativa do ramo de saúde e presente em 83% do território nacional, estrutura a sua estratégia de sustentabilidade em três principais dimensões, equilibrando saúde ambiental, saúde social e saúde econômica. São pensadas políticas que atuam desde o estímulo ao consumo consciente e a economia local, até alavancar o engajamento comunitário e as ações de cunho social e cultural. 

 

No ramo de crédito, o Sicredi desenvolve uma estratégia integrada para entregar impacto aos seus mais de 5 milhões de associados. A organização definiu alguns norteadores que se traduzem em indicadores, estratégias e ações práticas. Relacionamento e cooperativismo, soluções responsáveis e desenvolvimento local fazem parte desses princípios, e é interessante destacar iniciativas de desenvolvimento local e inclusão financeira.

 

Já no agronegócio, as cooperativas também desenvolvem iniciativas de sustentabilidade, especialmente na dimensão ambiental. Os potenciais problemas gerados pelas mudanças climáticas, tornam esse olhar essencial. A Agraria é um exemplo interessante de como integrar o tripé da sustentabilidade na estratégia do negócio. Além de trazer como prioridade o cuidado com o meio ambiente, como a mudança de matriz energética e diferentes fontes de combustível, a cooperativa tem o Programa Agrária de Gestão Rural, que estimula melhores práticas no campo e a disseminação de conhecimento. 

 

O principal desafio de implementar a sustentabilidade nas empresas é trazer o tema para dentro da cultura e relacionar ao propósito organizacional. O cooperativismo nesse caso, já avança, por ter em seus princípios uma conexão direta com o tema, como mencionado anteriormente. O momento agora exige um aumento do conhecimento sobre o que é a sustentabilidade e exercitar o olhar para oportunidades. Observar de que forma o tripé econômico, ambiental e social podem caminhar juntos e se traduzir em ações e iniciativas que gerem valor e ampliem a vantagem competitiva das cooperativas perante ao mercado e a sociedade agora é mais que essencial, é obrigatório para aqueles que desejam continuar no rumo econômico, sem trazer danos ao meio ambiente.

 

 

*Gustavo Loiola é Mestre em Governança e Sustentabilidade e coordenador de Sustentabilidade e Relações Internacionais no ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br). É também Presidente para América Latina do PRME, iniciativa educacional das Nações Unidas (ONU).

 

 

 

Notícias Relacionadas

Estudo analisa como CEOs utilizam redes sociais para construir imagem pública baseada em valores

Leia mais »

Livro propõe metodologia para alinhar vida e carreira em cenário de transformação

Leia mais »

FGV oferece cursos gratuitos sobre regulação e avanços da Inteligência Artificial

Leia mais »

Professora da FGV é reconhecida na premiação Mulheres e Ciência por produção acadêmica de excelência em políticas públicas

Leia mais »

Relatório global aponta habilidades que distinguirão líderes na era da inteligência artificial

Leia mais »

FGV conecta executivos da China a modelos inovadores da economia criativa e circular do Brasil

Leia mais »

Institucional

  • Sobre o ISAE
  • Política de Privacidade
  • Seja nosso professor
  • Sobre o ISAE
  • Política de Privacidade
  • Seja nosso professor

Cursos

  • MBA
  • Pós-Graduação
  • GBA ISAE
  • MBA
  • Pós-Graduação
  • GBA ISAE

Soluções Corporativas

  • Empresas
  • Locação de Salas
  • Empresas
  • Locação de Salas

Conteúdos

  • Blog
  • Blog

Fale Conosco

  • Contato
  • Contato
ISAE Escola de Negócios
Cadastro do ISAE Brasil no eMEC

Acompanhe

ISAE Escola de Negócios
Copyright © 2026 Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul. CNPJ: 00.929.003/0001-04.

Av. Sete de Setembro, 2775 – 8º Andar – Bairro Rebouças – CEP 80230-010 – Curitiba – PR