Postura de ciência aberta fortalece reputação, acelera decisões e amplia competitividade das empresas
Artigo de Henrique Castro Martins e Wesley Mendes-da-Silva, professores e pesquisadores de Finanças da FGV EAESP, publicado na revista GV Executivo, analisa como a adoção dos princípios da ciência aberta pode gerar valor estratégico e inovação no ambiente corporativo.
O movimento de ciência aberta, originado no meio acadêmico, tem se expandido para o setor empresarial ao promover transparência, compartilhamento de dados e colaboração interdisciplinar. Ao aplicar esses conceitos, gestores(as) podem aprimorar a tomada de decisão, fortalecer a reputação corporativa e atrair talentos com perfil inovador.
O estudo destaca cinco oportunidades principais: facilitar o acesso a soluções inovadoras; estimular parcerias entre empresas e instituições de pesquisa; aumentar a atratividade de profissionais qualificados; melhorar a reputação empresarial; e otimizar o uso de dados externos para decisões estratégicas.
Segundo os autores, adotar práticas abertas requer cultura colaborativa e infraestrutura tecnológica, mas os benefícios superam os desafios — como comprovou a cooperação científica global durante a pandemia de Covid-19.
Matéria publicada em FGV Notícias
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