CMO da FGV é destaque entre lideranças de marketing
CMO FGV é destaque entre lideranças de marketing

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CMO da FGV, Marcos Facó é reconhecido entre as principais lideranças de marketing do Brasil em novo estudo

Levantamento “Marketing Shots”, realizado pela Faster e HubSpot, reúne 48 especialistas para debater o futuro do setor; executivo da FGV destaca o valor do toque humano e da autenticidade na era da Inteligência Artificial

O diretor de Comunicação e Marketing da Fundação Getulio Vargas, Marcos Facó, foi destacado como uma das lideranças mais influentes do setor no ”Marketing Shots”, considerado o maior estudo opinativo sobre marketing do país. Lançado recentemente pela Faster em parceria com a HubSpot, o material reúne 48 profissionais de alto nível, divididos por segmentos de atuação, para analisar tendências e compartilhar previsões sobre o futuro da área. 

Reconhecido na categoria EdTech & Health, o executivo da FGV contribuiu para o relatório com uma análise profunda sobre os desafios e oportunidades da comunicação institucional frente ao avanço rápido das ferramentas de automação. Em sua participação, Facó ressaltou que a hiper-personalização algorítmica precisará ser, cada vez mais, equilibrada com conexões genuínas. 

“O grande movimento de 2026 não será sobre quem domina a IA, mas sobre quem domina o ‘Human-Centric Branding’ em um mar de conteúdos sintéticos”, afirma Facó. 
Ele explica que, com a automação equalizando a performance e a produção de conteúdo, o custo marginal da mediocridade chegou a zero. 

“Minha aposta é que o diferencial competitivo migrará radicalmente para a fidelidade da comunidade e a autenticidade radical”, pontua. 
Para o cenário deste ano, Facó defende que as marcas de sucesso focarão na economia da atenção intencional. Isso significa priorizar a construção de ecossistemas próprios, gerando first-party data real, e buscar a excelência no Brand Equity, em vez da busca incessante por volume de impressões em canais já saturados.

Segundo o CMO da FGV, as marcas que agirem apenas como algoritmos de vendas perderão relevância para aquelas capazes de oferecer “experiências desplugadas”, curadoria humana e narrativas embasadas em contexto cultural profundo e vulnerabilidade, elementos que a inteligência artificial ainda não é capaz de replicar. 

“Em 2026, o marketing menos eficiente no papel, aquele que foca no irracional, no emocional e no toque humano, será, paradoxalmente, o de maior ROI a longo prazo”, conclui Facó. 
A compilação do “Marketing Shots” visa guiar profissionais da área na otimização de suas rotinas e na adoção de estratégias que farão a diferença no ecossistema digital dos próximos anos. 

O estudo completo está disponível neste site. Clique aqui!

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Notícia publicada originalmente no Portal FGV.