Abaixo respondemos às principais dúvidas sobre o Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade (MPGS) do Programa de Pós-Graduação em Governança e Sustentabilidade (PPGS).

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1. QUAL A DIFERENÇA ENTRE MEC E CAPES?

O MEC é o órgão do governo federal que trata da política nacional de educação em geral, compreendendo:
• ensino fundamental, médio e superior;
• educação de jovens e adultos, seja profissional, especial ou à distância;
• informação e pesquisa educacional;
• pesquisa e extensão universitária; e
• magistério.

Provê assistência financeira a famílias carentes para a escolarização de seus filhos ou dependentes e não abrange o ensino militar.

Dentre os serviços ofertados ao público estão os de inscrição no Sistema de Seleção Unificada (SISU); no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec); no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Profissional e Emprego (Pronatec) e no Programa de Financiamento Estudantil (Fies).

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é uma fundação do Ministério da Educação (MEC) que desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados da Federação.

As atividades da CAPES podem ser agrupadas nas seguintes linhas de ação, cada qual desenvolvida por um conjunto estruturado de programas:
• avaliação da pós-graduação stricto sensu;
• acesso e divulgação da produção científica;
• investimentos na formação de recursos de alto nível no país e exterior;
• promoção da cooperação científica internacional.
• indução e fomento da formação inicial e continuada de professores para a educação básica nos formatos presencial e a distância.
 

2. QUAL A DIFERENÇA ENTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU E STRICTO SENSU?

Na página do MEC está esclarecido que as pós-graduações lato sensu compreendem programas de especialização e incluem os cursos designados como MBA (Master Business Administration). Ao final, os alunos de cursos lato sensu recebem certificados de conclusão. Já as pós-graduações stricto sensu compreendem programas de mestrado e doutorado abertos a candidatos diplomados em cursos superiores de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino e ao edital de seleção dos alunos (Art. 44, III, Lei nº 9.394/1996). Ao final do curso o aluno obterá diploma.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?id=13072:qual-a-diferenca-entre-pos-graduacao-lato-sensu-e-stricto-sensu&option=com_content

Na prática os cursos lato sensu possuem menor duração (entre 18 a 24 meses) e são caracterizados pela transmissão de novos conhecimentos e tecnologias aplicados às necessidades do mercado, dos instrutores para os alunos participantes. Enquanto que os cursos stricto sensu são cursos mais longos, onde a discussão sobre conceitos são mais aprofundadas e fundamentadas em teorias, com o objetivo de subsidiar os alunos a pesquisar temas teóricos e/ou práticos e contribuir para a construção de novos conhecimentos e tecnologias.
 

3. QUEM CERTIFICA OS CURSOS STRICTO SENSU?

A recomendação e o reconhecimento do curso são feitos pela CAPES. A CAPES avalia os cursos de pós-graduação stricto sensu a cada quatro anos e divulga os pontos de melhoria e a nota final do curso que vai de 3 a 7. O Diploma emitido pelo ISAE é reconhecido pela CAPES, sendo qualificado com a mesma nota de avaliação do curso.
 

4. QUAL É A CARGA HORÁRIA?

Não existe uma carga horária fixa. O aluno tem um total de 24 créditos a cumprir em disciplinas. Quatro disciplinas são obrigatórias e as demais são escolhidas em comum acordo entre aluno e orientador. A distribuição das disciplinas permite ao aluno concluir os créditos no primeiro ano do curso. O segundo ano fica reservado para a defesa do projeto, pesquisa, escrita e defesa da dissertação.

Os encontros de cada disciplina acontecem a cada 15 dias, no entanto, o curso poderá oferecer disciplinas toda semana. As obrigatórias são ofertadas no período noturno e as eletivas podem ser ofertadas tano no período noturno como diurno, dependendo da disponibilidade do professor.
 

5. COMO FUNCIONAM AS DISCIPLINAS ELETIVAS?

As disciplinas eletivas oferecem a possibilidade de o aluno ampliar o conhecimento em assuntos mais específicos das áreas de competência do programa. Podem ser ofertadas várias disciplinas eletivas ao mesmo tempo, mesclando aquelas que tratam de assuntos relativos à sustentabilidade e à governança.

Elas podem ser ofertadas em quaisquer dias da semana e no período (tarde ou noite) de disponibilidade do professor.
 

6. QUAL É A ACEITAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO?

Cada vez mais o mercado reconhece a importância de profissionais com competências que os cursos de stricto sensu desenvolvem em seus alunos, tais como, a execução de investigações do dia-a-dia das organizações com maior rigor científico, a análise aprofundada e fundamentada de situações do dia-a-dia das empresas, a capacidade de produzir novos conhecimentos e ferramentas a partir das teorias e do estudo da realidade. Segundo a CAPES (órgão que avalia os programas de mestrado e doutorado no Brasil), o mestrado profissional possui a mesma profundidade e rigor metodológico do acadêmico com um resultado final que vem contribuir ainda mais para situações reais da comunidade.

Instituições de ensino superior, instituições de pesquisa e fomento voltadas para o mercado (e.g. SESI, SENAI, IBQP) frequentemente abrem editais para contratação de profissionais com este perfil, tanto para cargos de ensino, pesquisa ou gestão de projetos voltados ao mercado.

Além disso, empresas públicas e privadas do ramo industrial e de serviços aumentam a procura por profissionais com estas competências para atuar em níveis de coordenação de projetos, gerência de áreas ou na diretoria de unidades de negócios com salários muito maiores do que os mesmos profissionais com graduação ou especialização.

Consulte também:
http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/181/noticias/da-academia-para-o-mercado
http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2014/09/24/mba-nao-e-mais-diferencial-mestrado-da-o-dobro-do-salario-de-um-diplomado.htm
http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/mestrado-foco-na-pesquisa-ou-no-mercado-de-trabalho-ednphws0tpcg1udlhgq4y8ymm
http://posgraduando.com/blog/o-mestrado-profissional-e-o-mercado-de-trabalho

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7. O QUE É GOVERNANÇA?

De acordo com o Código de melhores práticas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC, 2009) Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de Governança Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para sua longevidade.

Os princípios básicos definidos da Governança Corporativa são:
• Transparência
• Equidade
• Prestação de contas (accountability)
• Responsabilidade Corporativa
 

8. O QUE É SUSTENTABILIDADE?

A definição de sustentabilidade comumente utilizada é a do Desenvolvimento Sustentável de 1987 do Relatório Nosso Futuro Comum (Our Commom Future), também conhecido como Relatório de Brundtland: o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações de atenderem às suas próprias necessidades.

Outra definição bastante utilizada é a que integra os pilares econômico, social e ambiental ao termo sustentabilidade. Elkington, em seu livro “Sustentabilidade: canibais com garfo e faca” cuja primeira edição é de 1997, define esses três pilares com enfoque na “prosperidade econômica, na qualidade ambiental e […], a justiça social”.
 

9. QUAL A DIFERENÇA ENTRE MESTRADO PROFISSIONAL E ACADÊMICO?

Mestrado Profissional é a designação do Mestrado que enfatiza estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de um alto nível de qualificação profissional. Esta ênfase é a única diferença em relação ao acadêmico.

Confere, pois, idênticos grau e prerrogativas, inclusive para o exercício da docência, e, como todo programa de pós-graduação stricto sensu, tem a validade nacional do diploma condicionada ao reconhecimento prévio do curso (Parecer CNE/CES 0079/2002).

O Mestrado Profissional responde a uma necessidade socialmente definida de capacitação profissional de natureza diferente da propiciada pelo mestrado acadêmico e não se contrapõe, sob nenhum ponto de vista, à oferta e expansão desta modalidade de curso, nem se constitui em uma alternativa para a formação de mestres segundo padrões de exigência mais simples ou mais rigorosos do que aqueles tradicionalmente adotados pela pós-graduação.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é responsável por regular a oferta de programas de mestrado profissional por meio de chamadas públicas e avaliar os cursos oferecidos. A regulamentação que pretende incentivar essa modalidade foi publicada no dia 23 de junho no Diário Oficial da União pelo Ministério da Educação (MEC). A PORTARIA NORMATIVA N 7, DE 22 DE JUNHO DE 2009 tem como objetivo regulamentar o mestrado profissional, modalidade esta que estava sem regulamentação no país.

São basicamente três diferenças em relação ao mestrado acadêmico
– O Artigo 6º diz que: “As propostas de cursos de mestrado profissional serão apresentadas à Capes mediante preenchimento por meio eletrônico via internet do Aplicativo para Cursos Novos – Mestrado Profissional (APCN-MP), em resposta a editais de chamadas públicas ou por iniciativa própria das instituições, dentro de cronograma estabelecido periodicamente pela agência.” OBS: veja que antes as propostas de cursos de mestrado profissional eram apresentadas e avaliadas no mesmo formato do Mestrado Acadêmico, agora terão um aplicativo e avaliação específicos. Como você pode ver no Artigo 9º: “A análise de propostas de cursos, bem como o acompanhamento periódico e a avaliação trienal dos cursos de mestrado profissional, serão feitas pela CAPES utilizando fichas de avaliação próprias e diferenciadas.”

– A segunda mudança está relatada à frente. O parágrafo 1º da alínea IX do Artigo 7º tem a seguinte redação: “O corpo docente do curso deve ser altamente qualificado, conforme demonstrado pela produção intelectual constituída por publicações específicas, produção artística ou produção técnico científica, ou ainda por reconhecida experiência profissional, conforme o caso.”

– A terceira mudança é com relação ao trabalho de conclusão final. Antes da portaria normativa, os trabalhos deveriam ser apresentados em formato de dissertação, como nos mestrados acadêmicos. Agora, o 3º parágrafo da alínea IX do Artigo 7º diz o seguinte: “O trabalho de conclusão final do curso poderá ser apresentado em diferentes formatos, tais como dissertação, revisão sistemática e aprofundada da literatura, artigo, patente, registros de propriedade intelectual, projetos técnicos, publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos, de materiais didáticos e instrucionais e de produtos, processos e técnicas; produção de programas de mídia, editoria, composições, concertos, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos de caso, relatório técnico com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo experimental ou de aplicação em serviços, proposta de intervenção em procedimentos clínicos ou de serviço pertinente, projeto de aplicação ou adequação tecnológica, protótipos para desenvolvimento ou produção de instrumentos, equipamentos e kits, projetos de inovação tecnológica, produção artística; sem prejuízo de outros formatos, de acordo com a natureza da área e a finalidade do curso, desde que previamente propostos e aprovados pela CAPES”
Fonte: http://www.capes.gov.br/acesso-ainformacao/perguntas-frequentes/pos-graduacao/2376-qual-e-a-diferenca-entre-o-mestrado-academico-e-o-mestrado-profissional.
 

10. POSSO MINISTRAR AULAS COM O MESTRADO PROFISSIONAL?

Sim. Professores com diploma de mestrado profissional podem ministrar aulas de graduação e pós-graduação lato sensu em faculdades e universidades privadas ou do terceiro setor (e.g. ISAE/FGV). Em universidades federais, através de concurso público, as vagas são abertas para profissionais com doutorado.
 

11. COMO PARTICIPAR DE DISCIPLINAS ISOLADAS?

Os futuros candidatos aos cursos do PPGS poderão assistir à Disciplinas Eletivas como alunos não-regulares, ou seja, poderão participar de disciplinas isoladas.

Cada candidato poderá cursar até 6 créditos em disciplinas isoladas. Isso equivale a:

  • Até 02 Disciplinas Eletivas;
  • Até 06 Seminários Especiais;

Para cursar uma disciplina ou seminário como aluno não-regular, o candidato pode acompanhar os editais trimestrais na aba Atividades da página do PPGS e solicitar por e-mail a inscrição na disciplina ou seminário de interesse. A partir da solicitação, nossa equipe comercial entrará em contato para registro da matrícula, assinatura de contrato e negociação das condições de pagamento. Os valores serão definidos em função da quantidade de disciplinas e/ou seminários ao qual o candidato deseja inscrever-se.